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CPI sufocada à força: Aurinete expõe manobras e exige afastamento imediato do presidente
A vereadora denuncia manobras internas, acusa “obstáculos deliberados” e defende afastamento do presidente Ozeias Fernandes
Por Rádio Voz de Arari
Publicado em 28/11/2025 20:47 • Atualizado 28/11/2025 21:06
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Durante a Sessão Ordinária desta sexta-feira, na Câmara Municipal de Arari, a vereadora Aurinete Freitas fez um pronunciamento contundente no expediente final, no qual denunciou ações que, segundo ela, vêm impedindo a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) destinada a investigar supostas irregularidades nos recursos do Fundeb de 2025.


A parlamentar afirmou que ela e outros vereadores — Lucinha Brito, Marcelo Santana e Pastorzinho — vêm enfrentando sucessivas barreiras impostas pelo presidente da Casa, Ozeias Fernandes, para instaurar a investigação.

 

“Nosso requerimento foi totalmente inutilizado pelo presidente, que usou, segundo ele, suas prerrogativas. Não nos deu chance alguma”, declarou.

 

Segundo Aurinete, após recorrer à Justiça, os vereadores obtiveram decisão favorável garantindo o direito de instalar a CPI. No entanto, ela afirma que a determinação judicial não foi cumprida.

 

“O presidente disse que não foi notificado pela justiça, mas descobrimos que a Câmara havia sido notificada no dia 19. Eles tinham conhecimento da decisão e, mesmo assim, não colocaram para apreciação”, criticou.

 

A vereadora também revelou que já existem seis representações — e possivelmente uma sétima — contra o presidente da Câmara, o que, para ela, justifica um pedido formal de afastamento.

 

“Por mim, já seria suficiente para afastar o presidente dessa cadeira. Ele está impedindo nossa maior atribuição: investigar, moralizar e mostrar à população o que está acontecendo com o dinheiro público”, afirmou.

 

Outro ponto destacado por Aurinete foi a argumentação usada pelo presidente na Justiça. Segundo ela, Ozeias alegou que os vereadores apresentaram novos requerimentos de CPI porque reconheceram falhas no pedido original — versão que a vereadora classificou como distorcida.

 

“Para mim, isso é má fé. O motivo dos novos requerimentos foi evitar mais obstáculos e impedir que a investigação fosse travada novamente”, rebateu.

 

Os parlamentares da oposição prepararam um dossiê de 81 páginas reunido ao longo dos últimos meses, contendo documentos e informações relacionados às suspeitas envolvendo os recursos do Fundeb.

 

 

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